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Le Rôdeur de Valian est un livre écrit par l'auteur Henri Beylier de Lévesque. Il détaille les événements de la vie d'un forestier dans le monde fantastique d'Ara.

Description Edit

Le Rôdeur de Valian parle de l'histoire du voyage du Rôdeur entre les plaines enneigées du purgatoire d'Ara. Il se retrouveras alors dans de nombres périles qu'il devras affronter lui et son compagnon de voyage, le Chevalier d'Azur.

Personnages Edit

  • Le Rôdeur;
  • Le Chevalier Azur;
  • Thyara;

Emplacements Edit

  • La Forêt des Damnés
  • Les Ruines de Thylh

Histoire Edit

Era um dia frio e escuro em Dezembro, e o sol marcava a sua ausência. Está nevoeiro e o corpo dele está estendido pela neve num sonho adormecido pela eternidade. E ele que acorda somente para realizar que está perdido, como se este corpo não lhe pertence-se. Acorda atordoado e observa o céu nublado, embrulhado em canções de corvos. Levanta-se devagar como se tinha acabado de sair da cama e sacode ligeiramente a sua leve roupa de couro coberta de neve, recupera o seu arco e segue caminho em direção ao seu destino. Um destino que ficava longe da mente dele pois ele não sabia quem era nem como foi ali parar, na Floresta dos Condenados.


Passo a passo, ele descobre de novo o mundo no qual acordou mas o tempo não ajudava a decifrar o caminho de volta ao seu eu. O seu queixo aninhava-se no seu peito, em um esforço para escapar do vento vil ao mesmo tempo que as marcas das botas dele marcavam a neve, foi assim que ele descobriu o destino mais macabro de todo o ser humano: A morte. À medida que o seu olhar ficava pelos ares dessa floresta, observava-se a decoração mórbida de cadáveres pendurados por toda a floresta. O seu olhar ficou estagnado mas a sua expressão levou-o a querer que a morte já não era algo incomum na sua vida e que apenas a mão apertou mais o arco enquanto retirava uma flecha em caso dele virar presa, em vez de caçador. Caminhou por essa floresta sempre em direcção a norte a espera de encontrar alguém ou até mesmo algo que o fizesse acreditar que ele não se tivesse perdido pelo mundo. Ao passo que caminhava ouviu um barulho nos arbustos e virou-se de repente com o arco na mão esquerda, a flecha na mão direita e ele esperou, sem dizer uma palavra, nem mesmo sem saber se ele respirava enquanto o coração dele batia numa velocidade louca. Esperou até o barulho tornar-se uma criatura ou uma pessoa. E de repente sai dos arbustos um guerreiro de armadura já danificada. 

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